quinta-feira, fevereiro 03, 2011

Transforme seu Windows (ou Notebook) num Acces Point!

Vamos, supor que você esteja em um lugar público que só permite UMA conexão, de acesso a internet, mas, você precisa conectar o seu Notebook e o de mais alguem?

Com o Windows Seven (ou Server 2008 R2) e o Virtual Router, seus problemas acabaram



O Virtual Router usa as novas tecnologias dos sistemas da Microsoft para criar um acces point (ou no bom português, permite com que você consiga compartilhar seu sinal de internet via seu próprio Notebook, PC ou Servidor).

O software esta disponível no Codeplex, com código fonte e tudo. O software foi elaborado com a supervisão de Chris Pietschmann, MVP Microsoft sendo desenvolvido em C#.



Link para Download: http://virtualrouter.codeplex.com

Link para Download do Código Fonte do Projeto: http://virtualrouter.codeplex.com/SourceControl/list/changesets

quarta-feira, janeiro 05, 2011

Linux - Tail

Um Comando Basico

tail -f /var/log/squid/acesso.log | grep 192.168.xxx.xxx

este comando vai ajudar muito para descobrir o que anda sendo acessado neste IP

30 Dicas e truques para o Windows 7

1. Gerenciamento de janelas

Você provavelmente viu que o Windows 7 facilitou bastante o gerenciamento de janelas: agora é possível grudar a janela do lado esquerdo ou direito da tela simplesmente movendo-a para as bordas. Além disso, você pode mover a janela para o topo da tela para maximizá-la, e dar um duplo-clique na borda superior ou inferior da janela para maximizá-la verticalmente. Essas ações estão disponíveis em teclas de atalho também:

  • WinKey + Seta para esquerda e WinKey + Seta para direita = gruda
  • WinKey + Seta para cima e WinKey + Seta para baixo = maximiza e restaura/minimiza
  • WinKey + Shift + Seta para cima e WinKey + Shift + Seta para baixo = maximiza verticalmente

A função de grudar a janela em cada um dos lados é muito valiosa em monitores widescreen: faz com que o velho jeito do Windows de organizá-las manualmente pelos menus de contexto torne-se bastante “doloroso”.

2. Projetores de tela

Você está farto de ter que utilizar utilitários de terceiros para enviar a imagem do seu notebook em um projetor externo? Então é provável que você ficará muito feliz em saber que a projeção de imagem é algo rápido e muito simples no Windows 7. Basta pressionar as teclas WinKey + P, e você verá a seguinte janela pop-up:

Configuração: Exibir área de trabalho somente na tela do computador

Use as setas (ou continue pressionando WinKey + P) para alternar entre os modos de exibição “clonado” (imagem exibida no monitor e projetor ou monitor externo), “estendido” (utiliza o display da máquina juntamente com o externo) ou “apenas externo“. Você também pode acessar a aplicação pelo displayswitch.exe (busque no menu Iniciar).

Se você quer um controle maior sobre as configurações de apresentação, você ainda pode pressionar WinKey + X para abrir o Windows Mobility Center, que lhe permite configurar uma apresentação “modular”, onde seu programa IM não vai perturbar, screensavers são desativadas e um plano de fundo neutro é definido (Nota: essa ferramenta também está presente no Windows Vista).

3. Acabe com a desordem

Trabalhando com um documento em uma janela e quer se livrar de todas as outras ao fundo? Basta apertar WinKey + Home para minimizar todas as janelas não ativas ao fundo, preservando apenas a janela que você está usando atualmente na mesma posição. Para voltar como estava, pressione a combinação de teclas novamente para restaurar as janelas que estavam ao fundo para seus locais originais.

4. Gerenciamento de janelas em múltiplos monitores

A primeira dica, sobre o gerenciamento de janelas, mostrou como “grudar” janelas no monitor. Uma derivação desses atalhos pode ser usada quando se tem mais de um monitor. Use WinKey + Shift + Seta para esquerda e WinKey + Shift + Seta para direita para mover a janela de um monitor para outro – e mantê-las na mesma localização relativa (esquerda ou direita) do monitor de origem.

5. Atalhos de teclado ao invés de power toys

Uma das ferramentas mais populares do Windows XP era a “Open Command Prompt Here”, que permitia o usuário usar a shell gráfica para navegar no sistema de arquivos e, em seguida, usar o menu de contexto para abrir o prompt de comando no diretório atual. No Windows 7 (e no Windows Vista – embora muitos não saibam), você pode simplesmente segurar a tecla Shift enquanto clica com o botão direito do mouse (menu de contexto) para que a opção apareça. Se o diretório estiver na rede, ele irá automaticamente mapear uma letra de unidade para você.

6. Um Windows “globalizado”

Se você já tentou mudar o papel de parede, provavelmente notou que há um conjunto de wallpapers correspondendo a localidade que você selecionou quando instalou o Windows. De fato, existem vários pacotes de wallpapers instalados com base no idioma que você escolhe, mas há outros escondidos em um diretório. Caso queira conferir as paisagens, basta navegar até C:WindowsGlobalizationMCT e ver as séries de imagens em diretórios separados, correspondendo a regiões diferentes. Apenas dê um duplo-clique sobre o arquivo de tema no diretório do mesmo para exibir as imagens definidas de rotação para aquele país.

7. O gravador de problemas do Windows

Todo desenvolvedor deseja algum recurso que torne mais fácil a explicação de problemas de um software, por exemplo. Muitas vezes, é difícil detectar algum problema no software desenvolvido sem que haja um passo-a-passo de como o problema ocorre. O Windows 7 está aí para resolver esse problema! As ferramentas de diagnóstico que o Windows 7 utiliza para o envio de comentários sobre o produto – o famoso Send Feedback – fornecem uma ferramenta simples para gravação de telas que gera um passo-a-passo do que o usuário fez. Depois de parar a gravação, o gravador de problemas salva tudo num arquivo HTML compactado em ZIP, com uma espécie de slideshow dos passos. É uma ferramenta realmente bem legal. O programa pode ser chamado pelo psr.exe ou no Control Panel (Painel de controle) em Record steps to reproduce a problem (Gravar um passo-a-passo para reproduzir um problema).


Gravador de problemas

8. Instalação de fontes

Nos livramos do diálogo Adicionar Fontes, que tem servido fielmente o Windows nos últimos vinte anos. Claro, nesse tempo todo ele ficou cada vez mais esquecido – a maneira mais fácil de instalar fontes era simplesmente a arrastando-as para a pasta Fontes via Painel de Controle. Mas agora a instalação de uma fonte é realmente fácil – foi acrescentado um botão “Instalar” no visualizador de fontes:

Você pode instalar fontes no Windows 7 pela janela de visualização de fonte

Também há muitos outros novos recursos incorporados no Windows 7, que irão satisfazer alguns usuários, como a capacidade de ocultar fontes baseadas em configurações regionais, o novo motor de renderização de texto DirectWrite e uma nova janela de diálogo que permite a seleção de quatro “pesos” para uma fonte.


9. Gabriola

O Windows 7 inclui a fonte Gabriola, elaborada pela Tiro Typeworks que leva vantagem do padrão OpenType para prover uma variedade de conjuntos decorativos de fonte:

Alguns exemplos de variações da fonte Gabriola

10. O que está deixando meu navegador lento?

Se você acha que o Internet Explorer está levando um tempo excessivo para carregar uma página, vale a pena dar uma olhada nos add-ons que você instalou. Uma das ferramentas mais úteis introduzidas no Internet Explorer 8 foi um recurso que mostra o tempo de inicialização de cada add-on. Basta clicar em Tools > Manage Add-ons (Ferramentas > Gerenciar complementos) e ver o tempo de carregamento na coluna do lado direito da lista. O Office 2007, por exemplo, pode instalar um add-on que você nunca usa, mas está lá para consumir recursos do sistema. E é fácil desativá-lo: basta clicar com o botão direito e ir em Disable (Desativar).

11. Organizando a barra de tarefas

Talvez você não saiba que os ícones na nova barra de tarefas não são fixos no local. Você pode reorganizá-los para atender às suas necessidades. Assim, é possível iniciar os cinco primeiros ícones (da esquerda para direita) pressionando as teclas WinKey + 1, WinKey + 2, WinKey + 3, etc.

O que é menos conhecido ainda é a possibilidade de arrastar os ícones da bandeja do sistema, podendo, assim, organizar na sua ordem, ou movê-los para dentro e para fora da janela popup, onde ficam os ícones ocultos. É a maneira mais fácil de personalizar o seu sistema para mostrar as coisas que você quiser, onde quiser.

12. Instalando de um dispositivo USB

No último ano vimos o aparecimento de vários netbooks no mercado, a maioria deles com Linux e Windows XP. Nenhum com Vista, provavelmente devido ao “peso” do sistema, porém com os possíveis upgrades nos netbooks, várias pessoas passaram a instalar o novo sistema da Microsoft em seus netbooks, mas existia um problema: era necessário um drive de DVD, o que a maioria dos netbooks não possui, tornando necessária sua instalação. Com o Windows 7, isso vai ficar mais fácil. Basta formatar um dispositivo de armazenamento USB para FAT32 e copiar o conteúdo do disco de instalação do Windows 7 em seu interior, utilizando o comando “xcopy e: f: /e /f” (onde e: é drive de DVD onde se encontra o DVD de instalação, e f: o dispositivo USB). Uma vantagem também, é que a instalação através de um dispositivo USB é muito mais rápida do que a tradicional.

Além disso tudo, também é importante salientar que o Windows 7 é muito melhor para netbooks que o Windows Vista, já que tem consumo de memória inferior, e lida muito melhor com discos de estado sólido, ou SSD (Solid State Disk), já que, por exemplo, a desfragmentação é desativada por tornar-se desnecessária, e a forma com que o Windows deleta os arquivos é diferente, se adaptando melhor ao formato dos discos sólidos.

13. Quero a Quick Launch de volta!

Você, antigo e fiel a barra de inicialização rápida, deve ter notado que ela não só é desativada por padrão no Windows 7, como está realmente ausente da lista de barras de ferramentas. Pode parecer óbvio, mas o conceito de ter um conjunto de ícones de atalho fixos agora está integrado diretamente a nova barra de tarefas. Baseando-se nas primeiras interfaces gráficas testadas, pensamos que a grande maioria dos usuários vai ser muito feliz com o novo modelo. Mas caso queira a velha inicialização rápida de volta, saiba que os antigos atalhos estão todos lá ainda. Para reativá-la, faça o seguinte:

  • Botão direito do mouse na barra de tarefas, escolha Toolbars (Barra de ferramentas) / New Toolbar (Nova barra);
  • No diálogo de pasta para seleção, digite o seguinte texto (sem aspas) e pressione a OK: “%userprofile%AppDataRoamingMicrosoftInternet ExplorerQuick Launch“;
  • Desative a opção de bloquear a barra de tarefas, e clique com o botão direito sobre o separador. Certifique-se que “Show text” (Mostrar texto) e “Show title” (Mostrar título) estão desativados e o modo de exibição definido como “Small icons” (ícones pequenos);
  • Utilize os separadores para reorganizar a barra de ferramentas ordenando a sua escolha, e depois bloqueie a mesma novamente.

14. Jump lists

Muito se falou das jump lists, recurso do Windows 7 que permite que aplicativos como o Windows Live Messenger ofereçam uma lista de tarefas úteis. Essas jump lists podem ser acessadas clicando-se com o botão direito na barra de tarefas. Mas existe outra maneira de acessar esse recurso: clique com o botão esquerdo e arraste para cima. Isso foi especialmente feito para dispositivos touchscreen, como o computador tudo-em-um HP Touchsmart.

15. Suporte ao OpenDocument e OOXML

Todos os reviews do Windows 7 destacaram a interface remodelada do WordPad e do Paint, que agora utilizam a interface Office-like Ribbon para destacar suas funcionalidades. Poucos, no entanto, notaram um novo recurso bem interessante: o WordPad agora pode ler e gravar arquivos tanto em Office Open XML, compatível com o Word 2007, como o OpenDocument, apoiado pela Sun e pela IBM.

WordPad do Windows 7 permite salvamento em OOXML e OpenDocument

16. Barra de tarefas no estilo Windows Vista

Várias pessoas não foram exatamente fãs da superbar do Windows 7 quando ela foi introduzida nas primeiras builds. Como ela foi alterada levemente até o Windows 7 chegar ao beta público, muitos se “converteram” e agora preferem o novo visual, principalmente quem abre muitas janelas simultaneamente. No entanto, há mesmo quem prefira a barra de tarefas no estilo do Windows Vista, e a boa notícia é que é possível customizar facilmente a barra de modo que fique parecida com a versão antiga:

A barra de tarefas do Windows 7 pode ser configurada para que pareça com a do Windows Vista

Para utilizar este visual, clique com o botão direito na barra de tarefas, e vá em Properties (Propriedades). Na janela que se abre, selecione a opção Use small icons (Usar ícones pequenos) e, em Taskbar buttons (Botões da barra de tarefas), selecione Combine when taskbar is full (Combinar quando a barra de tarefas estiver cheia).

17. Aero Peek

Ao ver a barra de tarefas, é possível notar algumas coisas, como o pequeno retângulo no canto inferior direito: esse é o recurso que chamamos de Aero Peek, que permite que você veja gadgets ou ícones em seu desktop (algo como o Mostrar área de trabalho). Existe um atalho de teclado que faz a mesma coisa: WinKey + Barra de espaço.

18. Rodar programas com mais direitos

Quer executar rapidamente um programa na barra de tarefas com permissões de administrador? É fácil – clique no ícone do programa enquanto pressiona Ctrl+Shift, e você imediatamente irá abrí-lo com direitos totais (assumindo que seu usuário tenha as permissões para fazer isso, é claro!).

19. Um pouco mais do mesmo, por favor

Se você já tem um aplicativo aberto na sua área de trabalho (prompt de comando, por exemplo), e pretende abrir uma segunda instância da mesma aplicação, você não precisará voltar para o menu Iniciar. Basta manter pressionada a tecla Shift enquanto clica no ícone do programa e você abrirá uma nova instância do aplicativo ao invés de mudar para ela. Para quem prefere o mouse, basta pressionar simultaneamente, no ícone, o botão do meio (scroll) com o terceiro botão do mouse (botão direito).

20. Um jeito diferente de alternar entre janelas

Outro recurso que muitos usuários avançados irão gostar é a habilidade de fazer uma espécie de “Alt+Tab” entre janelas que pertencem a um mesmo aplicativo. Por exemplo, se você tem dez janelas de conversação do Windows Live Messenger abertas, pode alternar entre essas janelas do Windows Live Messenger: basta manter pressionada a tecla Ctrl enquanto clica no ícone do Windows Live Messenger agrupado. É mais fácil fazer isso do que pressionar Alt+Tab e tentar adivinhar qual é a pequena miniatura que corresponde a janela de conversação do seu contato.

21. Andando pela barra de tarefas

Outro atalho “secreto” do Windows: pressione WinKey+T para mover o foco para a barra de tarefas. Quando o foco estiver nela, basta usar as setas do teclado para selecionar uma janela em particular ou um grupo de janelas e pressionar Enter para executar ou ativar. Você pode sair do modo pela tecla Esc. Eu não sei exatamente o motivo disso acontecer, mas presumo que o atalho foi introduzido por questões de acessibilidade. No entanto, ele é igualmente útil para usuários avançados – outro motivo para que os desenvolvedores tenham cuidados para garantir que seu código é acessível.

22. Uma dica widescreen

Praticamente todos os monitores vendidos atualmente junto com desktops e notebooks são widescreen. Quando você tenta assistir DVDs nesse formato ou visualiza trabalhos em widescreen, muitas vezes pensará que está um pouco “prensado” verticalmente.

Como resultado, a primeira coisa que alguns fazem ao configurar um novo computador, é colocar a barra de tarefas para o lado esquerdo da tela. Até posso imaginar o motivo de não terem colocado isso por padrão – imagine só as queixas das empresas que precisarão reensinar seus funcionários – mas não há nenhuma razão para você sofrer com configurações predefinidas da época de quando a resolução média de tela era 800×600.

No passado, o Windows não fez um trabalho tão legal para pessoas que gostam da barra de tarefas dos lados. Claro, você podia mover a barra de tarefas para um dos lados, mas era algo meio estranho – os degradês ficavam errados, o menu Iniciar ficava “idiota”, e você se sentia como um cidadão de segunda classe. A barra de tarefas do Windows 7 parece até que foi projetada para ser usada verticalmente – os ícones funcionam bem, truques de atalhos mencionados anteriormente, como o WinKey+T também, que automaticamente muda de seta para esquerda e seta para direita para seta para cima e seta para baixo. O melhor disso tudo é que você terá um melhor espaço para aproveitar na sua tela.

Experimente! Em especial, se você tiver um netbook com resolução de tela de 1024×600, imediatamente apreciará o espaço extra para navegar na internet. No primeiro dia você ficará perdido, mas depois provavelmente irá se “converter” para um entusiasta dessa “técnica”.

23. Fixe suas pastas favoritas

Se você está sempre trabalhando nas mesmas quatro ou cinco pastas, você pode fixá-las facilmente na jump list do Windows Explorer na barra de tarefas. Clique e arraste a pasta para o ícone do Windows Explorer na superbar e ela será automaticamente fixada na jump list do Explorer.

24. Faça com que o Windows Explorer abra o “Meu computador”

Se você gasta mais tempo mexendo em arquivos fora das pastas de documentos do Windows do que dentro delas, talvez você queira mudar o diretório inicial do Windows Explorer para o Computador.

"Meu computador" no Windows Explorer

Para fazer isso, abra o menu iniciar e procure pela entrada do Windows Explorer (está na pasta de Acessórios). Edite as propriedades e mude o caminho (Target) para: %SystemRoot%explorer.exe /root,::{20D04FE0-3AEA-1069-A2D8-08002B30309D}

Se você quiser que as alterações entrem em efeito no ícone da barra de tarefas, você precisa desfixar e depois refixar (unpin e repin) o ícone. É importante lembrar que o atalho WinKey+E continuará abrindo o Windows Explorer na pasta de documentos; ainda não há um jeito de alterar isso.

25. Tunando o ClearType e o calibramento de cores na tela

Se você quiser ajustar o seu monitor na exibição de imagem ou texto, nós temos ferramentas integradas para tal. É incrível como essas ferramentas fazem a diferença: muitas vezes, escurecendo um pouco mais a fonte e ajustando a gama corretamente, o monitor parece muito melhor do que antes. Você pode fazer isso na sua televisão de alta definição de 42 polegadas que acabou de comprar. Mas, por que não fazer no computador que você usa todos os dias?

Acesse essas ferramentas por buscando no Iniciar por cttune.exe e dccw.exe, respectivamente, ou diretamente do Painel de Controle.

26. Gravação de imagens ISO

Você pode dar um duplo-clique sobre uma imagem ISO de CD ou DVD e verá um útil applet aparecer na sua tela. Ele permitirá que você queime a imagem numa mídia vazia. Chega de utilitários shareware e outros softwares de confiança duvidosa!


27. Windows Movie Maker

O Windows 7 não inclui um software para edição de vídeos – ele foi movido para o pacote Windows Live Essentials, que contém o Mail, o Photo Gallery e o Messenger. Infelizmente, o Windows Live Movie Maker, por estar em estágio beta, ainda está com poucas funções (o pessoal da Microsoft está trabalhando nisso). A melhor solução da Microsoft que existe atualmente é o Windows Movie Maker 2.6, que é, basicamente, o mesmo utilizado no Windows XP. Faltam transições e efeitos do Windows Vista, além de não suportar edição de vídeo em alta definição. Mas é bastante funcional para vídeos domésticos.

Windows Movie Maker 2.6 é compatível com o Windows 7

Faça o download do Windows Movie Maker 2.6

28. Oculte o ícone do Windows Live Messenger

Provavelmente sua primeira ação ao terminar de instalar o Windows 7 foi instalar o pacote de aplicativos Windows Live Essentials. Se não foi, você não está aproveitando totalmente a experiência de usuário do Windows. Se você é um usuário avançado do Windows Live Messenger, provavelmente amou a jump list que permite a alteração de status e o envio de mensagem a alguém, tudo isso facilmente:

Windows Live Messenger aparece por padrão na barra de tarefas

Por outro lado, você pode preferir manter o Windows Live Messenger na bandeja do sistema, como em outras versões anteriores. Para fazer isso, feche o Windows Live Messenger e edite as propriedades do atalho, configurando o aplicativo para ser executado em modo de compatibilidade com o Windows Vista. Bingo!

29. Desfrute do peixe

Estou surpreso como poucas pessoas perceberam a piada sutil com o peixe siamês que faz parte do papel de parede padrão, assim sendo, vou fazer minha parte e manter o segredo escondido. Procure por pistas na Wikipédia.

30. Quando tudo isso falhar…

Sempre existem aquelas situações não muito boas – o sistema não iniciou corretamente, então você quer algo onde possa rapidamente ter acesso ao prompt de comando para solucionar o problema de forma correta. O Windows 7 agora inclui uma ferramenta que lhe permite criar um disco para reparação do sistema, que é um CD bootável que inclui o prompt de comando e uma suíte de ferramentas do sistema. Apenas digite “system repair disc” na barra de busca do menu Iniciar e você irá até o utilitário.

Como recuperar o boot (MBR) do Windows 7

Quando um sistema operacional é instalado após o Windows, o novo sistema pode sobrescrever os arquivos de inicialização do SO da Microsoft. Distribuições Linux, por exemplo, podem instalar o GRUB na MBR, para que seja possível um dual boot entre o Windows e o Linux, considerando que o gerenciador de boot padrão do Windows não suporta outros sistemas operacionais sem o uso de gambiarras.

Mas, e se eu quiser remover o Linux do computador? A operação seria fácil: utiliza-se um editor de partições, como o EASEUS Partition Master, o conhecido Partition Magic ou o próprio editor do Windows, e então basta deletar as partições do Linux. O problema vem quando você tenta iniciar o Windows novamente. A máquina simplesmente não vai bootar, acusando um “GRUB loading error”.

Na época do Windows XP, era relativamente fácil recuperar o boot: inicie o CD de instalação, tecle R para entrar no console de recuperação, selecione a instalação do Windows que deseja recuperar e rode fixboot e fixmbr. Mas, no caso do Windows 7, esses dois “comandos mágicos” não funcionam mais. A Microsoft resolveu colocar, no DVD de instalação do Windows 7, um utilitário de “Correção de inicialização”, que nem sempre funcionará (e, dessa vez, não funcionou na minha máquina). Quando ele não funcionar, o que fazer? Simples! Aqui vai um passo a passo detalhado de como recuperar a inicialização do Windows 7:

1. Inicie o DVD de instalação do Windows 7, selecione o idioma, formato de hora e layout de teclado de acordo com suas preferências:


2. Na próxima tela, clique na opção Reparar o computador:


3. O assistente de recuperação buscará por instalações existentes do Windows 7. Depois de concluída a busca, selecione a instalação desejada e clique em Avançar:

4. Clique em Prompt de comando. Uma janela será aberta:
5. Digite o comando bootsect /nt60 ALL /force /mbr e dê Enter. Espere o Windows processar tudo. Depois, basta fechar a janela e reiniciar o micro. Pronto! O programa bootsect.exe forçará (/force) uma sobrescrita do MBR (/mbr) de todas as partições (ALL) com um código compatível com o Windows 7 (/nt60).

Uma maneira mais “XP-like” de fazer isso seria usando os comandos BootRec.exe /fixboot e BootRec.exe /fixmbr. Se você não quiser digitar o comando enorme acima, vale a pena tentar.

domingo, outubro 24, 2010

Tipos de backup quanto ao período de execução e volume de dados

Dependendo de sua periodicidade o processo de backup pode ser nomeado como:

_ Backup Completo: realiza uma cópia de todos os dados para a mídia, não importando

o conteúdo do último backup. Este tipo de backup normalmente possui periodicidade

semanal;

_ Backup Incremental: salva os arquivos que foram alterados desde o último backup.

Neste processo o novo arquivo é armazenado na mídia e o arquivo original não é

removido da mídia. No processo de restauração devemos ter o último backup completo

e dos os backups incrementais desde então. Este tipo de backup possui periodicidade

diária ou menor;

_ Backup Delta: Só faz a cópia dos dados reais que foram modificados nos arquivos, é

um processo de backup mais rápido e que ocupa menos espaço nas mídias de backup,

contudo o processo de restauração é mais lento e complexo. Também possui

periodicidade diária ou menor;

_ Backup Diferencial: Copia todos os arquivos que foram alterados desde o último

backup completo, por este motivo ocupa mais espaço nas mídias de backup e mais

lento de ser gerado, contudo é mais fácil de recupera-lo, sua execução

preferencialmente deve ser diária ou em intervalo menor. Para restaurar os dados a

partir deste tipo de backup deve-se ter em mãos apenas o último backup completo e o

último backup diferencial

Meios de armazenamento

Definida as necessidades básicas a serem atendidas devemos selecionar um do tipos de

armazenamento, que podem ser: on-line, Próximos e off-line.

As mídias de armazenamento on-line, consiste em discos rígidos ou arrays de discos. Estas mídias

fornecem uma disponibilidade em tempo real e são normalmente utilizados para fornecer uma forma

altrnativa de armazenamento. Estas mídias não substituem os backups offline;

O armazenamento próximo é formado por “Jukeboxes” óticos e cópias locais, que estão

rapidamente acessíveis, normalmente fazem uso de robos para gerenciarem as mídias fornecendo um

acesso rápido aos dados quando o serviço on-line não está disponível;

Já o armazenamento off-line consiste no arquivamento de mídias fora da rede de dados em um local

seguro e protegido contra roubo, catástrofes naturais e outros ameças. Sempre que possível as mídias

devem ser armazenadas em local geográficamente diferente e fora das instalações comerciais da empresa.

Para a realização deste tipos de backup podem ser utilizadas três tipos de mídias diferentes:

fitas/discos magnéticos, armazenamento ótico e arrays de disco.

As fitas magnéticas são as mídias mais comuns, mais baratas utilizadas nos backups off-line, mas

por outro lado são as mais lentas e que ocupam um grande espaço. Seus principais tipos são: 8mm,

Travan, DLT, DAT e Magstar

O armazenamento ótico é muito popular em ambientes onde a velocidade e a confiabilidade são as

maiores preocupações, estes ambientes fazem uso de servidores com jukboxes óticos de alta

disponibilidade que são soluções caras porem muito eficientes.

Os arrays de discos ou simplesmente RAIDs (Redundant Array of Independet Disks) são um

subsistema de discos rígidos que melhoram o desempenho e a tolerância a falhas, uma vez que os dados

são gravados em mais de um disco ao mesmo tempo. Estas soluções podem ser tanto implementadas em

software quanto em hardware. Neste caso quando uma unidade de disco falha o administrador do sistema

pode substitui-la, em alguns casos, sem parar o funcionamento do servidor.

Os principais tipos de RAID são:

_ RAID 0 : este nível realiza um “join” dos discos, ou seja, ele combina todos os

discos em uma única unidade lógica, útil quando desejamos aumentar a

capacidade de armazenamento de dados;

_ RAID 1: realiza o espelhamento de um disco em um outro, nesta solução um

dos discos fica inativo, apenas recebendo os dados do disco mestre até que ele

falhe. Este nível oferece uma boa tolerância a falhas, visto que ao ocorrer a

falha de um disco os usuários são automaticamente redirecionados para o

antigo disco escravo;

_ RAID 3: também implementa um espelhamento só que neste caso três ou mais

unidades de disco são espelhadas em uma outra, este nível também fornece

tolerância a falhas, uma vez que grava os bits de paridade em uma unidade

dedicada e permite que os discos trabalhem em paralelo, fornecendo assim alto

nível de desempenho;

_ RAID 5: esta faz uso de três unidades, em duas são armazenados os dados e

na terceira os bits de paridade, sendo esta é a solução mais utilizada;

_ RAID 10: é a combinação do RAID 1 e 0, ou seja, espelhamento e intercalação

entre unidade de disco.

A solução de RAID fornece um melhor desempenho e tolerância a falhas, mas de forma alguma

substituir o processo de backup off-line. Vale lembrar que dois ou mais discos podem falhar ao mesmo

tempo, perdendo o acesso total aos dados armazenados no array.

Outra solução de proteção aos dados é o HSM (Hierarchical Storage Management), que é um

sistema automatizado para o gerenciamento de dados e espaço em disco, muito utilizado em mainframes.

Esta solução monitora a capacidade das unidades e move os dados para as mídias de armazenamento

próximo ou offline, mais lentas.

O HSM pode mover os dados segundo sua idade, freqüência de uso ou baseado em outros critérios,

permitindo deste modo uma migração de dados automática. Esta solução é relativamente cara e difícil de

ser implementada.

Já as SANS (Storage Area Networks) ligam diretamente os servidores de dados as unidade de

armazenamento, graças ao uso de um canal de fibra (fiberchannel), permite uma conexão de alta velocidade

e implementa uma subrede de armazenamento, com isto libera a rede de produção do peso do backup de

dados e economiza largura de banda . Além disto oferecem alta velocidade, confiabilidade e gerenciamento

centralizado.

Por outro lado as NAS (Network Attached Storage) funcionam de forma semelhante aos servidores

de arquivos, visto que estão conectados diretamente a rede ethernet e possuem sistemas operacionais

embutidos nos equipamentos. Esta estrutura é uma alternativa a inclusão de unidades de dados nos

servidores. Para garantir a segurança dos dados estes equipamentos implementas um dos níveis de RAID

estudados anteriormente, mas backups de grades volumes de dados podem afetar a velocidade da rede.

Esta solução é relativamente barata, simples e possui grande compatibilidade entre fornecedores.

Backup

É através do processo de backup que podemos garantir a segurança de vários tipos de dados. Este

processo consiste em realizar uma cópia total ou parcial de forma on-line ou off-line dos dados armazenados

nas estações de trabalho e/ou nos servidores de um determinado ambiente.

Contudo, dependendo as características do ambiente e das necessidades presentes do mesmo o

processo de backup pode variar largamente, deste modo, se faz necessário o uso de critérios para

determinar a melhor forma para sua realização. Deste os critérios que podem influenciar o processo de

backup são:

1. A quantidade de dados a serem protegidos;

2. A freqüência com que os dados devem ser copiados;

3. Tempo de realização do backup e do restore dos dados;

4. A confidencialidade fornecida pelo processo;

5. O custo do processo e o valor das informações;

6. O prejuízo gerado pela perda parcial ou total dos dados.

Principais Tipos de Ataques de Codificação

1) Ataque de texto conhecido - Baseia-se na suposição de uma vasta quantidade de textos cifrados e

das mensagens originais, a que a função do especialista, criptoanalista, é descobrir as chaves

utilizadas;

2) Ataque adaptativo do texto escolhido (adaptative – choosen – plaintext) – Neste segundo caso,

ele submete pequenos conjuntos de dados, obtém o resultado, analisa, fornece um novo conjunto e

assim sucessivamente, até que seja capaz de deduzir as chaves.

3) Ataque do texto cifrado escolhido (choosen – cyphertext) – o especialista possui uma vasta

gama de mensagem e os equivalentes dados cifrados, mas é capaz de produzir uma mensagem

criptografada específica para ser decifrada e obter o resultado produzido.

Kerberos

1) Serviço de autenticação (MIT);

2) Cifras para codificação e autenticação;

3) Constituído de um Banco de Dados de Cifra;

4) Após o login, gera e distribui as chaves de sessão;

5) Quando o autenticador é quebrado todo sistema pode entrar em colapso;

6) Não é indicado para uso entre domínios de segurança.

Certificados Digitais

1) Permite reconhecer/validar certificados emitidos;

2) Verificação das chaves por um terceiro de confiança – autoridades de certificado (CAS);

3) Possuem uma taxa de ativação e validade;

4) Um certificado digital é composto: da chave privada e publica do indivíduo, mais a assinatura da

CA.;

5) Autoridades certificadoras: Versign, Inc; Secure Net Technologia;

6) Alguns governos, como Estados Unidos e Brasil, funcionam como certificadores;

7) Algumas instituições possuem sua própria autoridade, para codificação interna de dados.

Assinaturas Digitais:

Permite que o destinatário de uma mensagem digital possa verificar a autenticidade do seu

remetente. E que a mensagem não foi de forma alguma alterada durante o processo de transferência, visto

que uma assinatura digital que tenha sido verificada não pode ser negada, ela fornece um elevado nível de

confiança no processo de transações eletrônicas e autenticação de documentos digitais.

O processo das Assinaturas Digitais se baseia na existência de duas chaves, uma pública e uma

privada. Neste caso, o remetente codifica a mensagem utilizando a sua chave privada e somente o usuário

que possui a sua chave pública poderá ler a mensagem.

Uma assinatura digital possui as seguintes propriedades:

1. Garante a Autenticidade;

2. Não pode ser forjada;

3. Não é reutilizável;

4. Não pode ser repudiada.

5. Válida certificados;

6. Pode ser utilizada em assinaturas eletrônicas;

7. Autentica, verifica a integridade e faz o reconhecimento de mensagem;

8. Pode ser utilizada como Hash de um documento;

Algoritmos:

1) RSA;

2) Digital Signature Algotithm (DSA);

3) Digital Signature Standard (DSS).

Usa a chave privada para assinar o documento, e o destinatário usa a sua chave pública para

verificar sua assinatura.

Código de Autenticação de mensagem (MACs)

1) Garante a autenticação e integridade dos dados;

2) Hash Unidirecional + chave secreta;

3) Semelhante a criptografia simétrica;

4) Não se preocupam em manter os dados secretos ou sua integridade.

Função de Hash Unidirecional:

1) Permite verificar a integridade de uma mensagem ou bloco de dados;

2) É um valor exclusivo a mensagem;

3) Serve como impressão digital;

4) A mensagem original não pode ser derivada a partir do Hash

Dentre os algoritmos que fazem uso desta técnica podemos destacar: Secure Hash Algorithm –

1 (SHA – 1), RIPEM, MD5 e HAVAL.

Métodos de segurança que utilizam criptografia

Atualmente a criptografia está sendo largamente utilizada para proteger de várias formas os dados

que estão em trânsito pela rede ou armazenados nos discos óticos e magnéticos das máquinas. Dentre os

métodos atualmente disponíveis podemos destacar

Outros recursos dos criptossistemas

Além da confidenciabilidade, os criptossistemas podem ser estilizados para a autenticação,

verificação de integridade e reconhecimento.

1) Autenticação – permite garantir que uma pessoa é quem realmente afirma ser;

2) Integridade – garante que os dados não foram alterados durante a transmissão;

3) Reconhecimento – garante que o emissor de dados é uma pessoa específica, e que o

destinatário realmente recebeu os dados. Impede o repúdio de informações.

Criptossistemas Hibridos

Estes sistemas fazem uso do sistema de chave pública apenas para realizarem o envio e troca de

chaves, para a transmissão de dados é utilizada a criptografia simétrica e a chave enviada anteriormente. O

Criptossistemas híbridos aproveitam o melhor das duas tecnologias. Um exemplo de sistema híbrido é o

implementado pelo protocolo “HTTPS”, largamente usado em e-commerce.

Exemplo de funcionamento .......

Criptografia para chave pública (assimétrica)

Foi criada em 1976 por dois matemáticos de Stanford, Whitfield Diffie e Martin Hellman. Esta

resolve o problema do uso da chave secreta existente na criptografia simétrica, para tal faz uso de duas

chaves (privada - cifra e pública- decifra). Estas duas chaves são diferentes, contudo possuem um

relacionamento matemático, todavia não é possível derivar a chave privada a partir da pública e vice-versa,

elas se baseiam em números primos, fatoração, logaritmos e outras funções matemáticas. Neste caso, o

tamanho da chave é quem determina a eficiência do processo.

O principal deste tipo de criptograma é o RSA criado por Ron L. Rivert, Adi Shamir e Leonard

Adelman, a segurança deste algoritmo se baseia na dificuldade de se fatorar números extensos. Segundo

pesquisadores, para desvendar o sistema RSA Data Security usando uma chave de 760 bits, seriam

necessários 4.300 computadores e 50 anos.

O uso destas chaves permite o estabelecimento da conexão segura entre duas entidades sem o

prévio conhecimento das chaves. Visto que quando uma entidade “X” precisa enviar uma mensagem para

“Y”, ela usa a chave pública de “Y”, para cifrar a mensagem e somente a entidade “Y” será capaz de

decifrar a mensagem, pois “somente” ela conhece a sua chave privada.

Criptografia Simétrica

1) Conhecido como codificação de chave secreta;

2) Uma mesma chave utilizada para codificar e decodificar;

3) Desta forma, a chave é o segredo.

4) É muito utilizada em conexões seguras para realizar a troca das chaves temporárias;

Exemplo de algoritmos:

1) DES – Data Encyptron Standard;

2) Triple DES;

3) IDEA – International Data Encyption Algorithm;

4) Blowfish;

5) Rot 13

6) RCS.

Estes algoritmos podem ser de dois tipos:

1) Algoritmos de Fluxo – que trabalham com o texto um byte por vez;

2) Algoritmos de Bloco – trabalham sobre blocos de tamanha fixo.

Os sistemas simétricos são mais simples e mais rápidos do que aqueles de chave pública (1.000 vezes

mais rápido), mas possui a desvantagem de que dois usuários distintos tenham conhecimento do mesmo

segredo (chave). Ambos os usuários são responsáveis pela segurança da chave.

Técnicas Modernas de Codificação

1) Usam algoritmos, irrestritos e chaves para manter as informações seguras;

2) Superiores aos sistemas de algoritmo restrito;

3) Muitos possuem anos de resistência à criptoanálise intensa;

4) Muitas pessoas podem usar o mesmo algoritmo, basta mudar a chave;

5) Quando a chave for comprometida basta gerar uma nova;

6) Duas técnicas básicas:

1) Criptografia simétrica;

2) Criptografia assimétrica ou criptografia pública.

7) Muitos sistemas usam ambas as técnicas.

Cifras de Transposição

1) Mantem o código puro intacto, mas trocam ou misturam a ordem de alguma forma;

2) Uma versão desta técnica é a “Cifra de transposição colunar simples”;

Exemplo de funcionamento:

(1) Definição da cifra original

THIS IS A SIMPLE COLUMNAR TRANSPOSITION CIPHER

(2) Definição do formato da matriz

Frase – 40 caracteres

Grade – 8 colunas

5 linhas

(3) Inserindo dados na grade:

T H I S I S A S

I M P L E C O L

U M N A R T R A

N S P O S I T I

O N C I P H E R

(4) Reescrita da cifra = seguindo-se as colunas verticalmente.

TIUNO HMMSN IPNPC SLAOI

IERSP SCTIH AORTE SLAIR

Versões mais sofisticadas usam padrões mais complexos, como ziguezague pela grade.

Como as palavras estão mantendo a mesma freqüência, esta técnica é facilmente detectada

e quebrada.

Cifras de substituição

1) Longo histórico;

2) Substitui cada caráter do texto puro para um outro símbolo na mensagem secreta;

3) As substituições podem ser arbitrárias ou podem ter um padrão determinado, como uma

rotação do alfabeto;

4) São fáceis de descobrir devido aos padrões de letra e freqüência em cada linguagem.

Exemplo: Taquigrafia; Código Morse; American Standart Code For Informatran Interchange

(ASCII).

Esteganografia

Esconder uma mensagem secreta em outra mensagem. Exemplos:

1) Tinta invisível - mensagem publica usando “tinta normal” e a secreta usando tinta “invisível”;

2) Imagem gráfica:

1) Incluir uma mensagem secreta dentro de uma “figura”.;

2) Ou em se cabeçalho de dados.

Algoritmos restritos

1) O algoritmo é o segredo;

2) Não é muito seguro;

3) São difíceis de se desenvolver e distribuir enquanto continuam secretos;

Sistema Criptográfico

Estes sistemas podem ser baseados em dois tipos de algoritmos, nos restritos e nos modernos.

Aqueles que se baseiam nos algoritmos modernos podem ser simétricos e assimétricos. Os sistemas

simétricos fazem uso de somente uma chave, dai o seu nome, já os sistemas assimétricos fazem uso de

duas chaves, a pública e a privada.

A criptografia e seu uso

A criptografia é a arte/ciência de escrever de forma cifrada/codificada. Ou seja, é o conjunto de

técnicas que permite reescrever uma mensagem “clara” de forma incompreensível e permitir que somente o

destinatário entenda a mensagem.

A criptografia tem por finalidade garantir a privacidade através do uso de algoritmos que trabalham

como funções matemáticas que mapeiam um dado de entrada em uma outra informação na saída, que é na

verdade o texto cifrado.

A palavra criptografia vem do grego: krypto = esconder + grafo = escrita/grafia.

A criptoanálise é a ciência de determinar a chave de criptografia ou decifrar as mensagens. A

criptologia é a ciência que combina ambas as anteriores. E o criptanalista pode ser tanto o mocinho

quanto o vilão.

Os componentes básicos de uma estrutura de criptografia são:

1) Dado de entrada - texto plano;

2) Função de mapeamento - algoritmo de criptografia;

3) Segredo - chave que cifra e/ou decifra;

4) Dado de saída - texto cifrado.